APRE integra grupo gestor que irá tratar do Plano ABC no Paraná Imprimir E-mail

 A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná (Seab) publicou a resolução n° 125, de 26 de outubro de 2011, designando a composição do Grupo Gestor Estadual do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono - Plano ABC. A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE) será representada pelo diretor executivo Carlos Mendes, que terá como suplente o gerente executivo Ailson Loper. A missão do grupo será elaborar o Plano Estadual de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono no prazo máximo de 60 dias, que devem incluir a análise e a proposição de ações e medidas que, na agricultura paranaense, garantam a implantação e efetivação de práticas de uso e manejo sustentáveis dos recursos naturais capazes de reduzir a emissão de gases de efeito estufa e elevar a fixação de CO2 na vegetação e no solo.

O grupo será formado ainda por profissionais da própria Seab, do Instituto Agronômico do Paraná, do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural, da Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, da Organização das Cooperativas do Paraná, da Embrapa Florestas, do SENAR PR, da Federação da Agricultura do Estado do Paraná, do Banco do Brasil e da Itaipu Binacional.

Os representantes titulares elegerão o presidente do Grupo Gestor e em Regimento Interno próprio, definirão sua estruturação, organização e modo de funcionamento.

O Programa
O Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), voltado para os setores agrícola, pecuário e florestal, lançado pelo Governo Federal, conta com R$ 3,15 bilhões para serem aplicados, até 2012, em projetos de redução da emissão de gases que causam o efeito estufa. O Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas (Propflora), que era destinado exclusivamente ao segmento florestal e o Programa de Estímulo à Produção Agropecuária Sustentável (Produsa) foram incorporados ao Programa ABC, o que permitiu a ampliação da verba em relação ao ano anterior. Além disso, a fusão trouxe mais benefícios aos produtores de florestas plantadas, que tiveram aumento do limite de crédito de R$ 300 mil para R$ 1 milhão e podem fazer os empréstimos com a taxa de juros reduzida para 5,5%. No âmbito florestal, somente com o plantio de novas florestas já é possível aumentar a absorção de dióxido de carbono.